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Fãs lotam show do The Cranberries em São Paulo

Banda irlandesa mistura influências celta, indie, punk e pop e estourou em meados dos anos 1990
Banda irlandesa mistura influências celta, indie, punk e pop e estourou em meados dos anos 1990

 Confira aqui video do show em São Paulo do Cranberries no Brasil!

 

A banda irlandesa The Cranberries fez um show na noite de sexta-feira, 29, para um Credicard Hall lotado de fãs e saudosistas do grupo em São Paulo. Os ingressos foram todos vendidos há cerca de um mês. Pregando para convertidos na turnê de reunião da banda, Dolores O' Riordan tocou todos os hits da banda, que estourou em meados dos anos 90.

 

Grande parte dos hits tocavam em novelas ou seriados, e a banda não decepcionou os que queriam lembrar dessa época. Todo mundo cantou junto com as baladas Linger, Ode to My Family e Free to Decide, e pulou com as canções mais roqueiras como Salvation e Zombie.

 

Aos 39 anos, a irlandesa esbanja notas líricas enquanto corre de um lado para o outro. Sua voz é inacreditável ao vivo. A presença de palco também. Fazendo dancinhas e brincadeiras, nem parece que ficou avessa à ideia de voltar aos palcos após sete anos de separação da banda. Os irlandeses voltaram aos palcos em 12 de novembro para uma 'reunion tour' e passam ainda por Belo Horizonte (MG) no domingo e na terça-feira por Porto Alegre (RS).

 

No período em que ficaram parados, Dolores cuidou dos filhos e compôs novas canções com o guitarrista Noel Hogan e deve lançar álbum de inéditas em breve. Misturando influências celta, indie, punk e pop, The Cranberries foi formado em 1989. Eles deram um tempo em 2003 e o retorno foi combinado em uma festa literária na Irlanda.

 

"Olá, São Paulo", cumprimentou uma animada Dolores, com seu forte sotaque irlandês, após abrir comHow. A terceira música, Linger, do primeiro álbum da banda, Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We?, foi a primeira a empolgar o público.

 

"É muito legal estar aqui. Estivemos ontem à noite no Rio. Dormimos o dia todo para ficarmos acordados a noite toda", disse Dolores, que estava com uma blusa rosa, cinto dourado, calça preta e bracelete prateado.

 

Em algumas músicas, como Ordinary Day, Dolores recorreu a seu violão branco para acompanhar o restante da banda, formada pelos irmãos Noel Hogan, na guitarra, que se mexia sem parar, e Mike Hogan, no baixo, com sua discreta competência. O baterista Fergan Lowler garantiu uma condução firme, em seu set branco, decorado por um simpático ursinho de pelúcia branco, com um coração verde, a cor símbolo da Irlanda.

 

Em Ode To My Family, os casais da pista vip dançaram de rostinho colado. "Vocês são lindos. Não se preocupem com o que vocês são", disse a vocalista.

 

A recomendação contra filmagem e fotografias feita pela casa foi ignorada pelas centenas de câmeras digitais e celulares que registraram o show. Se os seguranças tentassem remover todas, certamente teriam trabalho. A nova lei antifumo também foi desrespeitada, por pessoas que não fumavam cigarros. Mas estas, sim, foram repreendidas.

 

No biz, a banda voltou para tocar a acústica em Lunatic. "Só falta Dreams para ir embora", disse um fã. Pedido atendido. A banda tocou o último hit que faltava e todos foram felizes para casa.


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Autor: Estadão
Publicada em: 30/01/2010


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